História das Revoluções

O curso História das Revoluções percorre algumas das grandes experiências revolucionárias que marcaram o século XX.

Mais do que reconstruir uma sequência de acontecimentos, datas e personagens, o curso procura compreender as revoluções como processos históricos concretos: as contradições que lhes deram origem, as classes e forças sociais em luta, as organizações políticas que nelas atuaram, as estratégias construídas e os problemas enfrentados no curso de cada experiência.

O percurso acompanha tanto a ascensão quanto a queda, derrota ou transformação dessas experiências, buscando compreender suas possibilidades, seus limites e suas contradições.

Comuna de Paris

A primeira experiência revolucionária da classe operária surge no meio da tempestiva França do século XIX, pela primeira vez vislumbrando e erguendo parâmetros de um mundo futuro.

Revolução Alemã

A experiência revolucionária alemã e as lutas que atravessaram o país no contexto da Primeira Guerra Mundial e de sua crise.

Revolução Russa

O processo revolucionário russo, a formação das forças políticas que nele atuaram, a ruptura de 1917 e os caminhos posteriormente percorridos pela experiência soviética.

Revolução Chinesa

A longa trajetória da Revolução Chinesa, suas particularidades históricas, a luta revolucionária e a construção de uma experiência que marcou profundamente o século XX.

Revolução Cubana

A experiência revolucionária cubana, sua vitória e os desafios colocados pela construção de uma nova sociedade em um país latino-americano situado sob forte pressão do imperialismo.

Revoluções na América Latina

As diferentes tentativas de transformação revolucionária ocorridas no continente, suas particularidades nacionais e os problemas comuns enfrentados pelas forças populares e revolucionárias latino-americanas.


Ao colocar essas experiências em relação, o curso procura evitar tanto a transformação das revoluções em modelos a serem simplesmente repetidos quanto sua redução a acontecimentos pertencentes ao passado.

Estudar as revoluções significa perguntar pelas condições concretas nas quais homens e mulheres buscaram transformar radicalmente as sociedades em que viviam — e pelas respostas que construíram diante dos problemas de seu próprio tempo.

Quem sabe mais luta melhor.